A Lei Da Interação Pessoal

Há empreendedores, líderes e gerentes que se utilizam dos empregados, e demais integrantes da força de trabalho, para obter informações sobre o desempenho e atitudes de outros integrantes da força de trabalho. Esta é uma atitude motivada pela impressão de controle que fica quem recebe e estimula este tipo de informação. Falso controle!

O único controle eficaz, efetivo, é o que existe interno, dentro de cada um de nós. Todos os demais controles externos dão a falsa impressão de controle, mas só servem para piorar o clima organizacional – quando é implantado o diz-que-diz – e implantar a burocracia, quando há controles escritos, impressos, operacionais, sistêmicos. 

Há uma máxima, na administração moderna, que diz:

“Quanto mais controle você implanta, menos controle você tem!”

Há, em oposição, uma crescente busca de melhoria do clima organizacional. Faz-se pesquisas de clima para tentar gerir este aspecto importante do ambiente de trabalho, uma vez que o clima organizacional tem enorme influencia na percepção de valor para os empregados e, consequentemente, para os clientes.

  • o bom clima organizacional:
  • aumenta a satisfação, produtividade e retenção dos empregados;
  • reduz os custos de recrutamento, treinamento e manutenção do empregado, e
  • aumenta a satisfação e a lealdade dos clientes.

Esta é a conclusão de uma pesquisa conduzida pela Vanderbilt School of Services Marketing e pela CustomerSat (http://www.customersat.com).

Um fator crucial e essencial para promover o bom clima organizacional é dado pela Lei da Interação Pessoal.

A LEI DA INTERAÇÃO PESSOAL: Fale com os outros, não dos outros.

O que esta Lei diz, é simplesmente isto:

Se você tem algo a falar sobre alguma pessoa, então fale com essa , exclusivamente, com essa pessoa!

Lembre-se que:

“As pessoas inteligentes falam sobre idéias.
As pessoas comuns falam sobre coisas.
As pessoas mesquinhas falam sobre pessoas.”

A aplicação desta Lei, no ambiente de trabalho, deve começar com os líderes e gerentes, evitando-se o diz-que-diz. Estas pessoas são os modelos a serem seguidos.

A pergunta que não quer calar, quando apresento esta Lei, é:

– “Mas, como fazer isto?”

A melhor maneira de aplicar esta Lei é quando qualquer pessoa, vindo trazer algo de outro “alguém”, chame o “alguém” para ouvir o que se está querendo falar dele, lembrando que na sua empresa, fala-se com o outro, nunca do outro!

Até uma próxima vez!