CARLOS ALBERTO DE FARIA  apresenta:

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OS MEUS MELHORES EMPREGADOS
VÃO EMBORA ...


Um ponto interessante: há exatamente quatro semanas eu publiquei um BES com o título "Fui criativo ... Estou demitido!" Já, hoje, o pedido foi pelo lado dos empregadores!

Na manhã seguinte, à emissão do BES da semana passada, já havia em minha caixa postal uma indagação, fundamentada nos problemas práticos do dia a dia dos empreendedores:

- "Como eu posso fazer a descentralização se não consigo encontrar empregados que se comprometam, que vistam a camisa, que trabalhem como nós, os empreendedores, trabalham?!!!"

Primeiramente, os empregados não trabalham como os empreendedores trabalham porque eles são empregados do negócio do empreendedor, eles não são empreendedores! Eles são empregados!

A ação do empreendedor é motivada pela esperança, pela expectativa do sucesso pessoal. O empreendedor trabalha pelo seu negócio, pelo seu próprio negócio.

Já o empregado é motivado pelo salário no final do mês e pelo que o ambiente de trabalho permite a ele:

- ser e estar fazendo, e
- desenvolver-se.

São duas perspectivas completamente diferentes, que resultam em motivações completamente diferentes.

As ações do empreendedor tem a finalidade de levar o seu empreendimento para frente. O empreendedor precisa ter empregados "motivados", mas os empreendedores - pelo menos a maioria dos empreendedores - julgam que a
motivação vem junto com o empregado. Mas não vem!

A expectativa do empreendedor, de que os empregados já venham motivados, faz com que esses mesmos empreendedores concluam que "ninguém quer nada com
coisa nenhuma". Ele quer que o empregado dê sangue pela empresa, como ele o faz. Esse descompasso, entre a expectativa de empregados já motivados e a realidade dos empregados demotivados, leva o empreendedor ao desespero.

As suas ações - em uma grande parte dos casos - são fundamentadas, baseadas nessa percepção de que os empregados não têm comprometimento. Este agir - reativo ao que o empreendedor enxerga - gera distanciamento entre empreendedor e empregados. O que faz com que a situação não se resolva.

O agir reativo - reagindo aos problemas - só leva a novos problemas, que vão se acumulando e abatem o moral, a auto-estima, tanto dos empreendedores, como dos empregados, pois ambos vivem a expectativa do "agora vai", e tudo permanece na mesma. Quando não, piora!

Você conhece um caso parecido com este?

As sucessivas expectativas, não atingidas, solapam o entusiasmo de qualquer cristão, por maior que seja a fé e a vontade de acertar!

Esta é uma outra verdade: fé e vontade, sozinhas, podem não resolver. E a desesperança se instala!

Este foi o tom do "e-mail" que eu recebi: desesperança!

O primeiro ponto que eu gostaria de ressaltar é a Lei da Expectativa Negociada.

Leiam atentamente esta lei e reflitam! Ela pode e deve mudar seu enfoque frente a alguns problemas - até pessoais - e, principalmente, mudar o curso das suas ações, inclusive as pessoais.

A sua ação pode estar, com alta probabilidade, conduzindo seus empregados, ou subordinados, a atitudes que você não quer ou não deseja.

Lembre-se: a culpa não é deles! Ou sua empresa está recrutando o pessoal errado ou sua empresa tem um conjunto de benefícios que não retém os talentos que necessita! Caso você não concorde, leia novamente a Lei da Expectativa Negociada.

Este assunto de motivação vai gerar alguns Boletins Eletrônicos Semanais.

O primeiro, este, traz para você as principais causas, os motivos que levam os
empregados a deixar os seus empregos e procurar novas oportunidades.

Este é um BES com fundo informativo, mas que potencializa, subsidia, embasa, dá suporte ou permite a ação baseada no conhecimento, de que trataremos em
outros BES.

Há cinco principais causas para que os empregados saiam de uma empresa, segundo pesquisa do The Herman Group -

(http://www.herman.net/alert/archive_3-18-98.html) -,

de 1998, mas perfeitamente válidas, tanto para o Brasil como para os dias de hoje.

Eu fiz uma adaptação do texto para apresentar a vocês:

 
1º - Os empregados não se sentem bem na empresa.

Neste caso a reputação ou a cultura da empresa ou o seu clima organizacional não facilitam a sensação de conforto, segurança e bem-estar dos empregados. Pode também haver problemas com a clareza da missão:

- o que eu faço aqui?
- o que eu faço aqui serve para o quê?

 
2º - Os empregados não se sentem valorizados.

Você até pode ter tido empregados de muito valor, mas esqueceu de dizer isso a eles, eles acabaram se sentindo como uma agulha no palheiro, perdidos, mais um numa massa informe, e, então, procuram novos ares:
outras empresas.

Se o seu empregado é importante para a sua empresa diga a ele, trate-o como uma pessoa ímpar, elogie seus trabalhos, faça-o sentir-se importante dentro da equipe. Caso contrário ele vai procurar uma outra
empresa que aumente a sua auto-estima. Quem não se sente importante, não se sente motivado.

Ninguém gosta de ser mais um, um alguém qualquer que possa ser substituído por um outro alguém qualquer.

 
3º - "Eu não tinha suporte para obter os resultados que esperavam de mim."
As pessoas gostam de trabalhar e de obter excelentes resultados..., mas se as regras, as proibições, as barreiras, as incompetências dos gerentes, supervisores e parceiros acabam imobilizando o empregado, deixam-no
frustrado, o empregado voa em busca de novas e mais promissoras empresas para trabalharem.
 
4º - "Há uma parede na minha frente!"

Quando não há oportunidade de crescimento, não há oportunidade de promoções, ou o cargo acima tem alguém "imexível", pode limitar o desenvolvimento do empregado.

E não é só promoção! É oportunidade de auto- desenvolvimento: aprimorar e desenvolver novos conhecimentos, habilidades e atitudes. Enfim, o empregado quer aumentar a sua capacidade para enfrentar
novos desafios. O empregado quer crescer enquanto pessoa e profissional.

Se os empregados não encontram oportunidades de crescimento e desenvolvimento, eles procuram outras empresas onde possam obter isso. Pelo menos os melhores farão isso e sua empresa fica com o resto...!

 
5º - A remuneração é a última razão para os empregados deixarem sua empresa.

Esta afirmação pode parecer precipitada, mas efetivamente ela não o é. Seus empregados até podem estar recebendo acima do valor médio do mercado, mas se os outros quatro aspectos não estiverem presentes de
uma maneira clara e forte, você é um candidato a ouvir a seguinte frase:

- "Você não me paga o suficiente para eu permanecer aqui!"

E o "aqui", dito em um tom de total ironia, que envergonha qualquer empregador.

Aqui finalizou-se o artigo adaptado, mas começa o nosso trabalho:

1º - O que sua empresa precisa e pode fazer para ser uma empresa onde os empregados gostem de trabalhar e permaneçam trabalhando?

2º - Liste o seu conjunto de benefícios, para cada um dos cinco aspectos do artigo.

Converse com os seus empregados - ou faça uma pesquisa - e veja qual benefício eles gostam mais e quais outros que eles gostariam de ter.

Bata um papo com seus ex-empregados e busque a razão - ou as razões - deles terem procurado novos ares. O ex-empregado, por não ter mais o rabo-preso, pode dar informações importantes, que o pessoal de dentro tem medo - receio? - de verbalizar!

Exponha e divida conosco suas descobertas, dificuldades e intenções. Escreva-me!

Façamos uma ótima semana!
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