CARLOS ALBERTO DE FARIA  apresenta:

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LIDANDO COM PESSOAS DIFÍCEIS (III)


No meio de qualquer dificuldade
encontra-se a oportunidade.
Albert Einstein

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Resumo:
Todos estamos sujeitos a encontrar pessoas de difícil trato. Vez por outra nós mesmos podemos ser as pessoas de difícil trato.
O que fazer nestes momentos?
Com certeza, o que você gostaria que fizessem com você.
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No BES das duas últimas semanas, explicamos o que fazer com pessoas de difícil trato, mesmo quando essa pessoa somos nós mesmos.

Terminamos hoje, esta série, dando uma explicação mais detalhada sobre a Matriz Comportamento X Foco Da Ação apresentada abaixo, que nos acompanhou nestas 3 semanas


e algumas consequências e conclusões.

Sobre os comportamentos passivo, assertivo e agressivo nós recomendamos que você consulte os BES anteriores:

Toda a nossa intenção com esta série de artigos sobre pessoas difíceis, Carlos, visa focar a adequação das atitudes e comportamentos humanos no trato com as pessoas difíceis.

Somos favoráveis à disseminação dos conceitos da assertividade, pois eles ajudam as pessoas a se afirmar como pessoas. Essa afirmação pessoal falta a muitas, mas a muitas pessoas.

O uso da assertividade, no entanto, não garante uma isenção de motivação e de enganos, no trato com outras pessoas. Vejamos o que podemos tirar do gráfico acima:


PESSOAS CENTRADAS EM TAREFAS

Vejamos o caso de uma pessoa focada em TAREFAS, nas três situações do perfil passivo, agressivo e assertivo:

a) caso essa pessoa tenha comportamento preponderantemente passivo, essa pessoa focada em TAREFAS:

- fica em seu canto querendo dar conta da tarefa,

- não se mistura,

- não procura contato com outros, por timidez,

- por falta de competência interpessoal, não busca ajuda para resolver os problemas com que se defronta na execução da sua tarefa,

- se omite na busca de soluções.

b) caso a pessoa tenha comportamento preponderantemente agressivo, a pessoa focada em TAREFAS:

- procura fazer tudo o que a conduz à consecução da sua tarefa,

- tem o foco no que há para ser feito; com, sem ou apesar das pessoas que o cercam;
- somente enxerga as etapas que a levam à conclusão da tarefa que lhe foi designada,

- não dá a mínima para quem a cerca;

- quaisquer movimentos, que a retirem da sua concentração naquilo que ela julga ser importante para o que está fazendo, são, não somente desconsiderados, mas também colocados de lado de uma forma ostensiva,

- nem sempre se comporta de uma forma respeitosa às colocações e possíveis contribuições de outras pessoas.

c) caso a pessoa tenha comportamento preponderantemente assertivo, a pessoa focada em TAREFAS:

- afirma periodicamente a sua necessidade de concluir a sua tarefa;

- foca o que há para ser feito e como ela se sente fazendo o que faz;

- frequentemente, quando solicitada para algo fora da sua tarefa, diz sobre o que ela tem para ser feito,

- todo o seu envolvimento com outras pessoas está baseado em seu interesse na execução da tarefa, podendo transmitir a idéia de que usa as pessoas;

- diferentemente do agressivo que pode “maltratar” as outras pessoas, esta sempre fala do seu trabalho que está para ser feito.

PESSOAS CENTRADAS EM PESSOAS

Vejamos o caso de uma pessoa focada em PESSOAS, nas três situações do perfil passivo, agressivo e assertivo:

a) caso essa pessoa tenha comportamento preponderantemente passivo, essa pessoa focada em PESSOAS:
- fica andando, de um lado para o outro, atrás da pessoa com a qual ela quer criar ou manter um relacionamento, num comportamento bem semelhante ao que o público chama de “puxa-saco”,
- o que há para ser feito e seus desejos, opiniões e necessidades são meros detalhes, dentro do propósito maior de preservar ou construir relacionamentos,

- abdica de si próprio para que o relacionamento – de amizade, comercial, profissional ou afetivo – seja mantido.

b) caso essa pessoa tenha comportamento preponderantemente agressivo, essa pessoa focada em PESSOAS:

- briga com as pessoas com as quais se relaciona, em prol do mesmo relacionamento que quer manter,

- por falta de competência interpessoal, entra em guerra com as pessoas tentando mostrar a necessidade de se unirem e de não dispersar,

- não percebe que a busca agressiva da busca, manutenção ou preservação do relacionamento não atende ao seu desejo, muito pelo contrário, a afasta da tarefa que deve ser feita, em conjunto, mas deve ser feita.

c) caso essa pessoa tenha comportamento preponderantemente assertivo, essa pessoa focada em PESSOAS:

- afirma periodicamente a sua necessidade de manter o relacionamento;

- foca o relacionamento e os esforços para a sua manutenção;

- frequentemente, quando solicitada para algo fora do seu relacionamento, diz sobre o que ela pode fazer por ele, o relacionamento,

- todo o seu envolvimento com outras pessoas na realização de tarefas está baseado em seu interesse na preservação do relacionamento, podendo transmitir a idéia falta de comprometimento com os objetivos da família, da equipe ou da empresa;

- diferentemente do agressivo que pode “maltratar” as outras pessoas, esta sempre fala do excelente relacionamento que é mantido; com, sem ou apesar dos meros detalhes que são as tarefas que há para serem executadas.  Aliás, se você lembrá-la, Carlos, que há tarefas para serem executadas, você, efetivamente, estará lidando com uma pessoa difícil.

Isso tudo pode não resultar em nada se não concluirmos, dessa montagem de perfis, algo que nos seja prático no dia a dia.

A primeira conclusão é que as pessoas são diferentes. É uma grande injustiça tratar os diferentes como se fossem todos iguais, principalmente, esperando que eles sejam iguais a nós.

É preciso reconhecer as diferenças e aceitá-las, visto que nós também somos, cada um de nós, diferentes - felizmente.

A segunda conclusão é que o foco na tarefa ou o foco nas pessoas é um perfil forçado, mas que cada um de nós assume posições e colorações diferentes, às vezes até dependentes de como acordamos a cada dia.

O ideal é termos um foco multivariado, nas pessoas, nas tarefas, nos resultados esperados.

Esse foco multivariado pode ser visto também como holístico, ou sistêmico. Um foco que visa a construir o bem para a sua coletividade.

Quando falamos de resultados, uma boa parte das pessoas pensa em lucro, o que não passa de um dos resultados possíveis.

A união dos empregados em torno do objetivo empresarial de construir a sua perenidade é mais ou menos importante do que o lucro de hoje?

A união dos empregados na construção dirigida da oferta da sua empresa ajuda a construir uma sociedade melhor, a cada dia, pela contribuição de cada um e de todos?

O que é mais importante para a sua empresa: o lucro de hoje ou a perenidade da sua empresa? Esse é uma escolha diária que todo empresário e empreendedor precisa fazer.

Modernamente, quando se fala em resultados empresariais, isto envolve, necessariamente, a satisfação das pessoas envolvidas, a saber: acionistas, empregados, clientes e sociedade circundante, através da responsabilidade social.

Pensar no objetivo da empresa como lucro é só enxergar uma parte da empresa: o acionista ou o dono.

Pessoas difíceis podem existir em qualquer um desses quatro segmentos da sociedade: acionistas, empregados, clientes e membros da sociedade circundante.

Você tem dificuldade de lidar com pessoas difíceis?  Essa pessoa difícil..., você tem certeza que não é você?

Dúvidas de como se relacionar com pessoas difíceis? A Merkatus pode ajudar você e sua empresa.

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Construa uma semana excelente.

Carlos Alberto de Faria
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