CARLOS ALBERTO DE FARIA  apresenta:
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EMPRESA: Um Ente Econômico?

O posicionamento e a segmentação constituem o verdadeiro núcleo
daquilo que faz o novo empreendimento dar certo. Ou não!

"Empreendedorismo e Marketing",
da Wharton Schoo,
Editora Campusl


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Resumo:
Qual é a finalidade da sua empresa? O lucro?
Satisfazer o acionista?
Satisfazer as pessoas envolvidas?

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Uma dúvida andou rondando a minha cabeça...

Por que tendemos a tomar as empresas somente como um ente econômico, onde o lucro é a grande finalidade?

Esse tipo de enfoque restrito (?) não distorce as ações empresariais? Inclusive as de transformar a sua empresa numa eficiente máquina de vendas? Afinal toda empresa busca ser uma eficiente máquina de vendas, não é mesmo?

Ou com a sua empresa é diferente. É?

À época das transações, eu concordo que o objetivo era o lucro, através o cliente, sem o cliente ou apesar do cliente.

Desde que as empresas evoluíram e tomaram o atalho do relacionamento houve um deslocamento natural para o estabelecimento de relações "ganha-ganha", ou deveria ter havido...

Ler artigo: RELACIONAMENTOS

Eu concordo quando dizem que uma coisa é o discurso, outro a prática.

No artigo:

O TRABALHO NOS TEMPOS PÓS-MODERNOS

eu já comentava isso.

A finalidade de uma empresa é o lucro ou a perenidade?

Apesar dos dois conceitos serem próximos, podem existir conflitos graves nessa indefinição ou dubiedade.

Eu creio que a pergunta feita não tenha sido respondida pela maioria dos empreendedores...

Eu, em nenhum momento, digo que lucro é "feio", nem ao menos digo que o lucro não é uma NECESSIDADE!

Para não deixar dúvidas:

O LUCRO É UMA NECESSIDADE SEM A QUAL A EMPRESA MORRE. E TER LUCRO NÃO É FEIO!!!

Todavia o conceito de perenidade de uma empresa envolve outros conceitos que englobam o lucro, e vão muito além do lucro.

Eu percebo numa grande parte das pessoas certo raciocínio defensivo, evitando o salutar debate sobre a perenidade, para deixar o lucro como o principal objetivo de uma empresa, sem pensar adequadamente, evitando deixar a sua zona de conforto...

Note que a pergunta, por trás do título deste Boletim Semanal, é:

"A empresa é somente um ente econômico?"

Eu confesso que as minhas más intenções envolvem e podem conduzir alguns a abandonar a idéia de que lucro é a finalidade de uma empresa...

Para colocar um pouco mais de caldo nesse debate.

O lucro para as empresas e a comida para nós, seres humanos, não teriam mais do que uma simples semelhança, um reles paralelo? Não seria um paralelo exato, em termos de necessidade e finalidade?

Minha opinião: o paralelo é perfeito!

Sem comida, morremos. Mas colocar a nossa vida tendo como finalidade a busca da comida para a saciação da fome, é uma simplificação, muito embora apreciemos comer.

Eu, em particular, - o meu perfil não deixa margem a dúvidas - sou um exemplo concreto disso.

A obesidade é um mal dos dias de hoje, comida em excesso faz mal.

Sem lucro a empresa morre...

A minha pergunta, sob outro enfoque, mais ainda a mesma pergunta não respondida, foi:

- "A finalidade de uma empresa é o lucro ou a perenidade?"

Completada com esta frase:

Apesar de conceitos próximos, podem existir conflitos graves nessa indefinição ou dubiedade. O lucro, fácil ou imediato, podem ir contra a perenidade.

Muito embora eu reconheça que há empreendedores e empresários que montam negócios que visam dar lucro rápido. Vendem essas empresas tão logo o valor da venda, mais o arrecadado, atinja o limite do retorno do capital investido.

A maioria das respostas obtidas às minhas perguntas, junto aos empresários e consultores, só reforçam o lucro como a finalidade, num evidente retorno à zona de conforto, sem ao menos lançar olhares que caminhem por terrenos onde pode haver sérios conflitos entre as duas visões não necessariamente antagônicas, mas complementares.

A meu ver este é o cerne da questão, a ampliação da visão da mera finalidade econômica, do lucro, sob pena de nós também ficarmos somente na prática do lucro, mas a cabeça não sabemos onde, pois se concorda que a empresa não é somente um ente econômico, mas não se sai da finalidade do lucro... O que é perfeitamente possível.

Esta é a razão de muitas respostas trazerem à tona, que podem ser considerados raciocínios defensivos, que pode ser resumido nesta frase:

- "A empresa não é somente um ente econômico, MAS o lucro é a finalidade da empresa..."

É aí que a porca torce o rabo!!!

Se ela não é só econômica, que outros fatores há que se levar em conta além do tão propagado, buscado, querido, necessário e satanizado lucro?

Eu digo satanizado, pois assim como há os que só buscam lucro de uma maneira desenfreada, principalmente os empreendedores iniciantes ou com problemas de caixa, também os há aqueles, dentro da nossa cultura de moral cristã e católica, que vêem no lucro algo próximo do pecado.

Ambas as visões acima são ruins para os negócios.

A razão da pergunta é que se dissermos que a prática, que conhecemos, é diferente da teoria, nos resta então responder: qual é a teoria mais abrangente da visão da empresa ser um ente mais do que econômico?

Para uma empresa cuja finalidade é o lucro, o "ganha" da relação "ganha-ganha", eu concordo, só pode ser o lucro! Mas o outro lado da relação "ganha-ganha"? Como fica o outro lado, o lado do cliente, do seu cliente?

Há um efetivo relacionamento entre a empresa e seus clientes, ou a pretensa parceria é na realidade uma rua de mão única, uma empresa lobo em pele de cordeiro?

Se uma empresa tem por finalidade ser perene, enxergar o "ganho" somente como o lucro não a conduz à perenidade.

O problema que estamos debatendo aqui, parece-me, é que não se enxerga outro ganho de uma empresa diferente de lucro, o que mostra, mais uma vez, que vivemos, em nossa vida prática, do dia a dia, com empresas exclusivamente econômicas.

Há ocasiões onde o lucro por finalidade colide frontalmente com o desejo de uma empresa ser perene?

A minha resposta é um sonoro SIM!

E a sua resposta? Qual é a sua resposta? Eu aguardo a sua resposta.

A sua empresa é uma máquina de vendas ou uma máquina de arrecadação?

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Construa uma semana excelente.

Carlos Alberto de Faria
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