""Quem
não se comunica, se trumbica."
Abelardo Barbosa, o Chacrinha
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RESUMO:
"O marketing é, basicamente, obter um serviço
diferenciado e comunicar essa oferta superior ao mercado.
Para obter esse serviço diferenciado há que
se comunicar com o cliente potencial.
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Vi,
há alguns dias, um anúncio na televisão
de uma comida sache para gatos.
A
dona do gato está trazendo o sache com a comida e
vai falando com ele. O anúncio então apresenta
o que a audição do gato ouviu (decodificou)
de tudo que a sua dona diz.
E
ele só ouvia:
-
"blá, blá, blá, "Marca sache",
blá, blá, blá, "Marca sache",
blá, blá, blá, "Marca sache".
O
interessante desse anúncio é que, conosco,
humanos, não é nem um pouco diferente.
Não
basta ter um serviço que seja superior, é
necessário fazer chegar ao seu público alvo
essa oferta superior.
Este
reclame, como se falava na minha infância, tem muito
a ver com um filósofo alemão do século
XIX, Friedrich Nietzche, que assim disse:
"O
homem não tem ouvidos para aquilo que a experiência
não lhe deu acesso."
Esta
frase acima, o reclame e o marketing têm muito em
comum. Aliás, esta é a essência do marketing.
No
fim, o marketing serve para levar ao seu público-alvo
uma informação que deve despertar nele algo
que o traga, puxe, desperte para a sua oferta, cujo objetivo
é obter resultados a curto, médio e longo
prazo.
Dentro
de quaisquer enfoques, a comunicação pode
ser assim decomposta:
-
emissor: quem presta uma informação,
aquele que comunica;
-
receptor: aquele que recebe a comunicação;
-
o meio: é o que leva a comunicação
do emissor ao receptor, podendo ser, por exemplo: voz (telefone
ou rádio), voz e imagem (contato pessoal ou teatro),
voz e imagem à distância (televisão,
cinema), escrita (jornal, revistas e livros), etc. e tal;
-
ruído: é tudo aquilo que interfere
na mensagem desde a sua emissão até a sua
recepção.
Dentro
desta visão podemos dizer o seguinte:
-
você pensa algo,
-
você traduz em palavras algo já um pouco diferente
do que você pensou;
-
o meio e o ruído alteram um pouco o algo já
diferente transmitido;
-
o seu cliente potencial interpreta o que lhe chegou, segundo
a experiência única dele.
Portanto,
quando quer ser entendido, passar um recado, fazer uma propaganda,
fazer uma publicidade, informar algo, não deve se
expressar segundo o que você "acha", mas
sim segundo o que fará o seu cliente potencial interpretar
melhor o que você quer transmitir, ou que despertará
a emoção que alavancará a ação
pretendida.
a
sua primeira grande barreira na comunicação
é ser ouvido, ou seja, separar a sua mensagem do
ruído de fundo dos milhões das outras mensagens
que os seus clientes potenciais estão sendo submetidos.
O
básico para ser ouvido, lido ou visto é capturar
a atenção.
Leia
os artigos:
A
Atenção E O Marketing (I)
A
Atenção E O Marketing (II)
A
Internet E A Atenção
Você
só capturará a atenção do seu
cliente potencial se você disser, ou escrever ou publicar
algo que o filtro "separa bobagens" do cliente
conduzir para o cérebro dele a mensagem:
-
"Preste atenção, isto parece ser do nosso
interesse!"
A
este detalhe que captura a atenção do seu
cliente potencial denominamos de isca, aquela que fisga
a atenção do cliente, ou gatilho, o que dispara
a atenção do cliente.
E
o que dispara a atenção do cliente?
O
que dispara a atenção do seu cliente é
a possibilidade de atendimento às suas necessidades
e desejos, da realização dos seus sonhos,
da solução dos seus problemas.
Esta
é a razão pela qual o pessoal de marketing
recomenda: fale sobre os benefícios, que o que você
produz, entrega para os seus clientes, jamais fale o que
você faz.
O
ser humano, o seu cliente potencial, precisa ser seletivo
para o que ele dirige a atenção, caso contrário
ele nunca não sairá de casa, tamanha a quantidade
de mensagens que lhe são bombardeadas, ao longo do
dia.
O
que dispara a atenção do seu cliente potencial
é a satisfação de suas necessidades.
E, neste campo, Maslow ainda reina absoluto, pois nos entregou
uma segmentação do que nos move, segundo as
nossas necessidades e desejos.
Ver
"As
Nossas Necessidades E Os Nossos Desejos"
O
mundo moderno trouxe mais um meio, a Internet. Na Internet
a atenção é disputada por um número
enorme de concorrentes ao redor do mundo. A disputa pela
atenção é infinitamente superior:
-
ao do comércio tradicional, quando andávamos
pelas ruas;
-
ao do comércio por telefone, onde andávamos
pela lista telefônica;
-
ao do comércio por televisão ou rádio,
que ouvíamos e víamos.
Os
seus concorrentes estão no mundo inteiro, disputando
a atenção do seu clinete potencial.
O
seu concorrente está à distância de
um simples clique do "mouse". Como no meio Internet
é extremamente fácil pular de um lugar para
outro, e a multiplicidade de locais é assombrosa,
o tempo que se tem para capturar a atenção
é extremamente pequeno, o cliente potencial é
fugidio.
[Name],
ou você capta a atenção de imediato,
ou o seu cliente potencial já partiu para outro local.
E
o pessoal que trabalha com "WEB", exatamente por
trabalharem com "WEB", acredita firmemente que
há uma "e-pessoa", mas ela não existe.
As
pessoas são intuitivas, mas a tecnologia (sítios,
Ipods, telefones celulares, "softwares", etc.)
não é intuitiva.
As
pessoas continuam sendo as mesmas pessoas de antes da Internet,
pois a evolução nos fez assim, foi a evolução
que nos trouxe até aqui.
O
tempo da evolução se mede em milhares ou milhões
de anos, não nos segundos de existência da
Internet, e nos segundos que dispensamos a cada página
visitada na Internet.
O
ser humano continua:
-
não ligando para a tecnologia e seus aplicativos;
- sendo avesso a leitura;
- preguiçoso;
- ocupado;
- focado nas vantagens e no seu prazer: "o que eu ganho
com isso?"
Por
estas razões imagine que cada animação,
cada clique que você coloca no seu sítio na
Internet representa um degrau, cada degrau significa uma
taxa de abandono de clientes potenciais.
Como
eu digo, quando você sai para comprar um par de sapatos,
você não quer ficar ouvindo um recital de música
de câmara ou uma dupla caipira, você quer comprar
sapatos.
Quem
compra geladeira, está comprando conservação
de alimentos. Quem compra geladeira "frost-free"
compra conservação de alimentos sem os incômodos
do degelo.
Na
resposta a esta pergunta está o início do
seu caminho para capturar a atenção do seu
cliente potencial e iniciar uma comunicação,
para transmitir a sua mensagem de marketing, a sua comunicação
com o seu público-alvo.
Portanto
sua mensagem, em quaisquer meios que você for utilizar
para atingir o seu público-alvo, precisa:
1º
- Capturar a atenção do seu cliente potencial.
2º
- Ressaltar tanto a sua oferta de valor para esse cliente
quanto como essa sua oferta é diferente e melhor
da dos seus concorrentes.
Quem
está precisando comprar a sua oferta, procura o quê?
O
que o seu cliente potencial ganha com a sua oferta, e
não ganha com a oferta dos seus concorrentes?
A
Merkatus pode ajudá-lo a fazer a sua comunicação
objetiva para os olhos do seu mercado alvo. Contate-nos: